Sobre o projeto

O que é Periferia em Movimento?
É um projeto de comunicação de, para e sobre a periferia.
Um canal de formação de público, difusão e apoio das ações sociais, culturais, políticas e econômicas que nascem, crescem e se desenvolvem nas bordas das grandes cidades, especialmente em São Paulo. São os bairros carentes de recursos financeiros, mas ricos em ideias. Esse é o projeto Periferia em Movimento, que olha a periferia com o ponto de vista de quem vive e faz essa realidade.
Quem faz Periferia em Movimento?
Os jornalistas Aline Rodrigues, Sueli Carneiro e Thiago Borges nasceram e cresceram no Extremo Sul de São Paulo.
Sabem bem das mazelas e também das qualidades desses locais quase nunca lembrados pelas autoridades governamentais. Na universidade, onde se conheceram, tiveram a oportunidade de retratar sua realidade no trabalho de conclusão de curso. O projeto sobreviveu ao fim do curso universitário, em 2009. Em 2011, o trio se fortaleceu com a adesão de Ana Fonseca, também jornalista e moradora da periferia Sul.
O que faz o Periferia em Movimento?
Para começar, o projeto resolveu retratar um movimento social que surgiu no Grajaú em 2000 como reação à violência que tomava a região à época. Como fruto, o documentário
“Grajaú na Construção da Paz”, que mostra os resultados de dez anos de trabalho do Evento pela Paz concluídos em
2009.
Em
2010, uma nova etapa do projeto. Para fazer o resultado do trabalho chegar a quem mais interessa – a população do Grajaú – a ideia foi inscrita no programa
VAI, da prefeitura paulistana, e o projeto foi um dos selecionados. Entre junho e novembro, foram feitos seis
debates sobre a vida na periferia com a presença de artistas da região, líderes comunitários, ativistas, acadêmicos, professores do bairro e moradoretários. Além da exibição e distribuição de cópias do documentário, foram realizadas apresentações de dança, música e teatro, sorteio de brindes e
muita lição de cidadania.
Em 2011, novos desafios. Mais uma vez o projeto foi contemplado pelo VAI, dessa vez com a proposta de realizar oficinas de cinema amador. A primeira aconteceu no Grajaú. A segunda será no Parque Arariba. Em breve, todos poderão assistir aos vídeos produzidos por jovens da periferia pela internet e também em um festival.
Também atuamos com apoio e assessoria a artistas e ativistas que atuam na periferia esporadicamente, além de fazer a ponte entre a periferia e quem deseja conhecer melhor esse universo.
Onde chegou Periferia em Movimento?
- o documentário “Grajaú da Construção da Paz” foi exibido para mais de 2 mil exibições públicas;
- cerca de 30 mil acessos ao blog;
- quase 500 seguidores no site Twitter e mais de 150 fãs no Facebook;
- convites para fóruns de jornalismo em universidades como Unisa e UNIP;
- palestras no Blog Mural, abrigado pela Folha de São Paulo;
- e citações em estudos internacionais, como o da acadêmica britância Margareth Clarke;
…além de inúmeras parcerias com blogueiros, ativistas e artistas da periferia.
Você pode contribuir com:
- sugestões de eventos na periferia ou sobre a periferia
- notícias que saíram em outros sites e blogs
- indicações de páginas interessantes na internet
- histórias de vida que você tem para contar ou que conhece alguém que vale a pena ir atrás para ouvir e relatar
- críticas
- artigos próprios
- imagens
- vídeos…
Para isso, deixe seus contatos abaixo, pelo
twitter ou mande um e-mail para
periferiaemmovimento@hotmail.com
Quer financiar nosso projeto?
Se você acredita no potencial da cultura periférica e quer ajudar a disseminá-la, ou tem uma iniciativa própria e precisa de suporte, fale conosco. Deixe seus contatos por aqui ou mande um e-mail para periferiaemmovimento@hotmail.com
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É isso ai moçada!! Periferia é movimento é ebulição, é mistura de raças e credos. Eu e a equipe da “FISIOTERAPIA ITINERANTE” adoramos fazer parte dessa confusão toda que é a periferia.
Obrigada por estarmos neste canal.
Abraços,
Maria das Graças e equipe.
OIII… Gente to muito feliz que encontrei vocês, tava aqui na net pequisando, queria saber se
ao menos extiamos no mapa de SP.
Eu adoro o Jd.Noronha eu morei ai durantedez anos, quando cheguei ai haviam algumas famílias apenas e estou muito feliz pela divulgação de vocês, e adoraria fazer parte, dos eventos conhecimentos, ajudar de alguama forma e tenho certeza de quando falar com meus amigos q moram na região vão ficar muito felizes e… vamos fazer crescer este trabalho de vocês que é muito bonito. Até o Samba mostraram, é a forma com que os jovens de la encontraram p se divertirem. E é muito gostoso!!!
Valeu GAlera….
Oi Leila, tudo certo? Que legal que curtiu. Você pode colaborar sim. Pode escrever algum artigo, mandar fotos, vídeos, notícias sobre a região que viu por aí e achou interessante compartilhar, eventos que estão acontecendo no seu bairro. Fica à vontade!! Abraços
Primeiramente gostaria de elogiar o ótimo trabalho que vocês, Aline Rodrigues, Sueli Carneiro e Thiago Borges fazem, a revolução marginal realmente agradece. Ter veículos desse porte ao nosso lado da moeda é uma vantagem e tanto, a verdadeira informação deve ser transmitida e repassada para que possamos plantar a vontade pelo saber e a busca pela cultura em nosso povo, combatendo meios massificados e partidários que se dizem ao lado da periferia.
Meu nome é Felipe Manzzoni, sou estudante de jornalismo, e moro na periferia da zona norte de SP, amante assíduo da leitura e informação, assim como vocês busco informar, mas através de outro veículo, o RAP.
Tenho que fazer um trabalho sobre Jornalismo Digital, e direcionei meus esforços para mostrar um outro tipo de jornalismo desconhecido para uma faculdade renomada e elitista, jornalismo esse, diferente daqueles que o público em geral acompanha, grandes sites, grandes nomes, etc.
Gostaria de fazer uma espécie de entrevista com vocês, direcionada justamente para como a internet, o blog, o bom e velho “Do It Yourself” contribui para que o jornalismo periférico possa alcançar mais visibilidade, mais força, e espaços que se dependidos dos grandes meios estariam fechados e inalcançáveis.
Caso aceitem e seja possível tal “façanha”, vocês escolhem o melhor meio, pessoalmente, via e-mail, sinais de fumaça, tanto faz, rsrs, só me deixem mostrar para pessoas limitadas e com cabrestos nos olhos, aonde a periferia chegou e está chegando.
Desde já eu agradeço a atenção e o maravilhoso trabalho do blog, é por conta de iniciativas como a de vocês que continuamos a incomodar.
Um abraço.
Olá,
SOu repórter da Folha, acabei de descobrir o trabalho de vocês e quero conversar com vocês para uma matéria.
Por favor, me escrevam ou me liguem 3224-7620 ou 9597-7795. Obrigada!
Olá … primeiramente eu gostaria de parabenizar a iniciativa , o projeto é incrivel , eu sou assistente de camera , cresci e moro no grajau , espero criar uma oficina de cinema , e o meu projeto é com a oficina de cinema criar tambem um documentario sobre os bairros desse canto esquecido da cidade .
Gostaria de poder ajudar de alguma forma .
Meu e-mail é bruno.labona@hotmail.com , tenho já alguns materiais fotograficos e videos , mas rescente , gostaria de implementar pesquisa histórica da região , mas preciso de parceiros , abraço!
Olá pessoal do movimento.
Nasci e cresci no Chácara Tanay. Agora que “cresci”, moro aqui no Capão!
Meus pais moram aí até hoje, praticamente todo final de semana estou aí!
Manos, teu movimento me interessou, queria participar, me envolver, estar junto.
Como posso ajudar?
Abraços!
Nóis!
Olá Dante,
Escreve pra gente passando seu contato – periferiaemmovimento@hotmail.com .
Precisamos saber como pretende contribuir.
Será um prazer conversar com você!
Abraços
Aline
Olá,
gostaria de saber se vocês tem um email para contato.
Obrigada
Simone
Oi Simone, temos sim. É o periferiaemmovimento@hotmail.com, mas tb pode enviar para o meu pessoal thisbo@gmail.com
Abraços
Thiago
Caros,
posso ficar confortável para fazer críticas – espero – construtivas? bom, já estou.
o que mais senti falta no projeto de vocês é reportagem, e falo das criativas. estão se formando jornalistas agora, criticam a postura da mídia de realizar apenas coberturas estereotipadas e não oferecem alternativa? assim fica fácil, é muito comodo ser oposição raivosa, quero ver propor algo mais interessante do que a situação que o mundo apresenta.
e aí vocês começaram a publicar uns posts difusos sobre periferia misturados com algumas análises acadêmicas e outros sobre o documentário de vocês. tudo muito misturado, meio bagunçada a ordem dos posts. falam várias vezes do documentário e não mostraram nem um trecho dele? qualé, vcs já chamaram a atenção várias vezes para o doc e não liberaram nem uma palhinha..
mas afinal, o que vocês pretendem com o projeto? registrar a ebulição de movimentos nas periferias brasileiras? e como pretendem fazer isso? busquem uma linha, um estilo pessoal de fazê-lo. vocês já tem um objetivo, mas não um caminho para alcançá-lo
também sou jornalista, e dos recentes; penso que vocês poderiam encontrar público realizando reportagens responsáveis e humanas sobre a perifa, assunto há. quase todos os meios institucionalizados que tão aí são toscos, esse jornalismo quadrado, duro, que não diz nada. bela merda. o lance é gente, são as pessoas que existem e fazem coisas no mundo. acho que seremos tão bem sucedidos na profissão quanto conseguirmos criar com responsabilidade em cima histórias de gentes
espero que voces recebam bem esse comentário
com abraço,
Breno
Olá Breno,
ficamos felizes com seu interesse no projeto e a contribuição que tem dado. Um dos objetivos é justamente esse, chamar a atenção para o tema e gerar debate. Essa também é a intenção desse blog: gerar debate a partir do que realizamos, além de registrar o que estamos fazendo.
Em nenhum momento afirmamos que o blog era o centro do nosso projeto e que seria por aqui que mostraríamos a ebulição dos movimentos sociais. Pelo contrário, o blog existe como um complemento do nosso projeto, que é realizar documentários sobre movimentos sociais. Também não estabelecemos um padrão para a página. A intenção é ser informal, sim, porque dessa forma conseguimos mostrar a evolução do que sabemos sobre o tema.
Assim como você, acreditamos que uma forma diferente de retratar a periferia é mostrando histórias de gente. E é isso que estamos fazendo. No nosso primeiro documentário, deixamos isso bem claro. Fizemos apenas um, por enquanto, que é o que foi apresentado na faculdade. Por aqui, divulgamos data e horário da apresentação e conseguimos atrair mais de cem pessoas ao auditório.
Há, sim, a ideia de colocarmos o vídeo na internet mas antes disso planejamos exibições em espaços públicos, as quais divulgaremos em momento oportuno. Desde já, contamos com sua presença, se possível. E agradecemos sua participação mais uma vez. Continue opinando, criticando, sugerindo.
abraços!
Thiago
Bom dia!
Foi com grata surpresa que li o seu projeto sobre a expansão da periferia,expecificamente sobre o Grajau.Estou desenvolvendo o meu TCC sobre Responsabilidade Social Empresarial e voces me fariam um imenso favor se pude me indicar sobre as ongs que atuam nessa região.
Oi Ione, não temos exatamente essa informação até porque nosso foco no projeto piloto é no Evento pela Paz, um movimento do bairro. Mas no nosso trabalho utilizamos um levantamento feito pelo Instituto Pólis em 2003, onde eles mapearam 68 movimentos sociais (ongs ou não) em atuação no distrito. Acredito que a ONG Comunidade Cidadã também possa te ajudar nesse sentido. Qualquer dúvida, entre em contato. Abraços